Uma vez que a viagem do dia anterior tinha sido um pouco cansativa, decidi ocupar o Domingo com uma visita ao museu de tecnologia local. No entanto, antes de lá chegar passei ainda por uma parte da cidade onde em tempos se ergueu uma das mais importantes estações de comboio de Berlim: Anhalter Bahnhof, infelizmente famosa por ser uma das principais estações de onde eram deportados os Judeus. Como tantas outras coisas por aqui, serviu de alvo à aviação aliada e à artilharia russa e não ficou em muito bom estado...
Ali perto fica então o museu de tecnologia, nas imediações de pontes umas por cima das outras.
A ponte de baixo era onde antes passavam os comboios que vinham da estação.
Comprado o bilhete, estava então na hora de ver o que o museu de tecnologia tem para mostrar. E ao que parece tem bastante.
Réplicas das estátuas que costumavam estar no topo da estação de comboios.
Toda uma secção enorme dedicada a comboios e à sua história, onde dá para perceber que a Alemanha andou a alterar frequentemente as bitolas dos carris, quem sabe se à procura de algo que os satisfizesse melhor.
Uma réplica da estação, com as linhas de comboio que aqui vinha ter.
Uma secção dedicada à história do cinema, da fotografia, do fabrico e impressão de papel (e a quantidade de anos desde que eu vi uma destas pela última vez...), da telefonia, da rádio e da televisão.
Existe também uma secção dedicada ao primeiro computador e respectivo inventor, Konrad Zuse. A bem dizer, antes de ter vindo para Alemanha acho que nunca tinha ouvido falar nele...
Há também uma grande secção denominada ar e exploração espacial, se bem que de exploração espacial não tem grande coisa. Do alto do museu, a vista sobre Berlim é simplesmente fantástica.
Um avião em estado fubar...
Umas bombas...
Há também uma secção dedicada aos barcos e à forma como as amarras e as cordas são feitas, onde este povo tem a ousadia de dizer que foram eles que inventaram o sextante... Depois dessa pérola, já não havia muito mais para ver.
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