Não, esta entrada não diz respeito ao décimo-sexto (décimo-quinto com lançamento internacional) álbum de estúdio dos AC/DC lançado em 2008. Se bem que a ideia de dar a provar aos vizinhos barulhentos um pouco do seu veneno, por exemplo com um concerto de AC/DC às 6 da manhã a um Sábado já me passou várias vezes pela cabeça...
Adiante. Na língua inglesa, o termo "black ice" diz respeito a uma camada de gelo que ao contrário do que o nome poderia sugerir, não é preto, mas sim virtualmente transparente. É uma fina cobertura de gelo que se forma nas superfícies mas que é praticamente impossível de ver. Chama-se "black", ou preto, porque o alcatrão por baixo do mesmo fica da mesma cor que o alcatrão sem o dito gelo por cima, tal como acontece com outros tipos de pavimentos. Quem quiser saber mais sobre isso, pode ver a respectiva entrada na Wikipedia (em inglês).
Ao meu quarto dia de 2011 em Berlim, como que a responder a uma ligeira subida de temperatura, a neve que durante dias se acumulou nos passeios e estradas começou a derreter. E derreteu para o tal gelo que não se vê. Ora gelo que não se vê, nas estradas e passeios, dá direito a coisas que facilmente se imaginam... Para quem não quiser imaginar, pode ler aqui um relato (jornal brasileiro).
Consegui, a grande custo, chegar ao escritório. Sem quedas, mas a sentir as botas a escorregar várias vezes, a viagem até ao metro demorou o dobro do tempo habitual, do metro até ao escritório igualmente. À tarde nevou um pouco mais e cobriu o gelo, dando assim para chegar ao apartamento sem problemas. Amanhã logo se vê, mas uma chuvada forte durante a noite, assim como as que têm estado a cair em terras lusitanas, é que era boa para limpar isto...
Ao meu quarto dia de 2011 em Berlim, como que a responder a uma ligeira subida de temperatura, a neve que durante dias se acumulou nos passeios e estradas começou a derreter. E derreteu para o tal gelo que não se vê. Ora gelo que não se vê, nas estradas e passeios, dá direito a coisas que facilmente se imaginam... Para quem não quiser imaginar, pode ler aqui um relato (jornal brasileiro).
Consegui, a grande custo, chegar ao escritório. Sem quedas, mas a sentir as botas a escorregar várias vezes, a viagem até ao metro demorou o dobro do tempo habitual, do metro até ao escritório igualmente. À tarde nevou um pouco mais e cobriu o gelo, dando assim para chegar ao apartamento sem problemas. Amanhã logo se vê, mas uma chuvada forte durante a noite, assim como as que têm estado a cair em terras lusitanas, é que era boa para limpar isto...
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