Depois do regresso a Lisboa, de dois dias de férias para recuperar do jet lag, chegou então o dia de regressar a Berlim. Colocar a roupa na mala, pesar a mala, e estar no aeroporto bem cedo. O check-in feito electronicamente no dia anterior era garantia que havia já um lugar de janela no avião à minha espera. Eu gosto dos lugares de janela, não porque dão para ver o que se passa, mas porque em caso d e gente grande no lugar do meio, têm o espaço extra até à janela para uma pessoa se acomodar.
Check-in, revista de segurança e esperar pelo voo. À hora que devíamos sair de Lisboa ainda não tinha começado o embarque. Voo sem sobressaltos até Frankfurt, onde voltou a acontecer algo que para mim já é habitual: pouco tempo para mudar de avião, alguns corredores do terminal feitos a correr. Chegar à porta do voo para Berlim e entrar. O voo saiu logo depois.
Chegada a Berlim. Começam a passar as bagagens e, tal como começam, acabam. A minha não veio. O habitual, já que é a terceira vez que a minha bagagem não faz o mesmo voo que eu quando tenho de fazer escala num aeroporto alemão. Reclamar com a Lufthansa. Ao que parece deve chegar esta noite. Vão levá-la amanhã ao escritório. Assim espero. A ver vamos.
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